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Estelionatários movimentavam mais de R$ 200 mil em golpes por sites

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30/05/2019 10h59Atualizado há 4 meses
Por: Redação
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PCMG
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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apurou que uma organização criminosa com base em uma loja no bairro Buritis, Zona Sul de Belo Horizonte, e que fazia vítimas em todo o país por meio de golpes em site de vendas, movimentou mais de R$ 200 mil em apenas um ano.

Os policiais civis prenderam em flagrante, em apenas um dia de investigação, os quatro integrantes da quadrilha, dentre eles, Gustavo de Souza Veloso, 30 anos, que já tinha passagens policiais pelo crime de estelionato.

Conforme explica o Chefe da Divisão de Crimes Patrimoniais, do Depatri, Delegado Vicente Ferreira Guilherme, os demais investigados foram autuados por receptação e associação criminosa. “Gustavo era o mentor de todo o esquema, ele combinava com o Jacques Judice Ross Lamego, 30, de receber mercadorias de um site de vendas, então o Gustavo realizava um falso depósito em uma agência bancária com um envelope vazio. Por isso as vítimas só descobriam o golpe quando não constatavam o saldo em conta”. Por essa razão, a PCMG aconselha a população a exigir, sempre que possível, as transferências bancárias por aplicativos ou InternetBanking como forma de segurança.

Ainda segundo a autoridade policial, Jacques recebia R$ 50 para cada vez que a mercadoria chegava a um endereço por ele combinado. Já Diego Allen Delucca Rocha, 29, outro integrante do esquema criminoso, era o responsável por transportar, pela recompensa de R$ 500, as mercadorias de um dos endereços fornecidos por Jacques até a loja no bairro Buritis, onde o proprietário da mesma, Paolo Henrique Cassano, 29, atuava como o receptador final.

“Operações como essa da Polícia Civil demonstram o quanto devemos pautar um endurecimento da legislação em relação ao crime de estelionato. O Gustavo mesmo, apesar de estar atuando nesta modalidade de estelionato há cerca de um ano, sempre atuou com outros crimes semelhantes e já até foi preso por isso”, pontuou o Delegado. “As vítimas podem vir ao Departamento Estadual de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), localizado na Avenida Amazonas, 7.025, no bairro Nova Gameleira, e recuperar os seus bens mediante a apresentação de um comprovante de propriedade, como nota fiscal”, concluiu.

Cada objeto receptado está avaliado de R$ 4 mil a R$ 26 mil, no caso dos drones de maior valor.

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